quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Uso excessivo de celulares, tablets e computadores pode prejudicar sua saúde

Se você é do tipo que transpira quando está sem sinal, faz do Google seu consultório e vara a madrugada no Facebook, cuidado: o que parece hobby pode virar doença. Segundo o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, da Universidade de São Paulo, a dependência por internet e gadgets será incluída na próxima edição do Manual de Diagnóstico e Estatística de Doenças Mentais da Academia Americana de Psiquiatria. “No Japão, na China e na Coreia, isso já é considerado problema de saúde pública”, conta. E o corpo também padece. Aumentam os registros de dor e inflamação em pulsos, pescoço e ombros como consequência do abuso.

A necessidade de estabelecer uma convivência saudável com a tecnologia fez o professor americano Larry Rosen, da Universidade da Califórnia, lançar o livro iDisorder (ainda sem edição em português). Um dos seus conselhos é dar 15 minutos de descanso aos aparelhos a cada 90 de uso. “Seu cérebro não precisa mais do que isso para fazer um reset e estar pronto pra outra” afirma. Veja abaixo uma lista de três condições já definidas por especialistas e que tem a ver com o abuso da tecnologia: 

+ Síndrome do toque fantasma: é a sensação constante de que o celular está tocando. Segundo estudo do Centro Médico Baystate (EUA), 68% dos 176 voluntários entrevistados sentiam a alucinação sensorial, que gera ansiedade.

+ Whatsappite: é uma inflamação nos pulsos causada pela troca de mensagens no WhatsApp. Foi descrita pela primeira vez na revista médica The Lancet depois que uma espanhola passou seis horas seguidas no aplicativo e foi parar no hospital.


+ Nomofobia: trata-se do medo crônico de ficar sem celular. Um levantamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro indica que mais de 30% das pessoas entram em paranoia quando não conseguem utilizá-lo.

Fonte: Revista Saúde é Vital

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